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Fases do incêndio

Continuando nossos textos sobre perícias em locais atingidos por fogo, vamos abordar as fases do incêndio. Sabe-se que são sempre três: fase inicial, fase intermediária e fase de extinção. A primeira, como o próprio nome já nos indica, é o momento em que o fogo ainda está próximo ao momento da ignição. Nesta ocasião a combustão é rápida e completa, com chamas fortes e pouca fumaça. Esta característica se dá por causa do alto nível de oxigênio que ainda está no ar próximo ao local, no mínimo 21%.


Além da ignição do fogo, a fase inicial ainda tem uma segunda subdivisão, a incubação. Agora os gases aquecidos já estão circulando pelo ambiente do fogo inicial e, desta maneira, a temperatura sobe rapidamente. Se esse aquecimento perdurar por muito tempo podem surgir outros focos de incêndio, vale a releitura do artigo sobre os fenômenos da condução, convecção e radiação.

Na fase intermediária o fogo aumenta de forma progressiva e se espalha por toda a área com grande intensidade de combustão. Com a ampliação das chamas a temperatura também sobe mais ainda. Esta fase tem duas subdivisões: deflagração e propagação. Aquela ocorre quando os gases resultantes da combustão dos materiais entram conjuntamente em processo de queima. Já a propagação é o momento em que o fogo já está nos outros materiais combustíveis do ambiente.


A última fase do incêndio é o final de todo o processo de queima dos materiais, ou seja, quando o fogo se reduz até a extinção. As causas podem ocorrer com o fim dos materiais combustíveis no ambiente, com a diminuição da quantidade de oxigênio (quando fica abaixo de 21%) ou, ainda, por meio da utilização dos extintores que impedem a combustão.

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